OBS.4s: observações quadradas para um mundo redondo sobre um Deus triúno!

25/09/2010

Saudade de


Brincar na rua, ralar o joelho
Correr da hora do banho, dormir cedo
Assistir minha mãe fazendo bolo, acordar com medo
Voltar pra sala de aula suado, cair da bicicleta
Ver desenho logo cedo, visitar igreja com o meu pai
Dormir na casa do meu amigo, abrir a lancheira no recreio
Achar o Didi engraçado, andar de chinelo Rider
Tirar zero e levar bronca, saber a chamada inteira de cor
Arrancar o dente com a língua, tomar Sustagem
Pegar bicho do pé, pegar fruta da árvore
Ter medo de ficar sozinho, conversar até de madrugada
Juntar moeda pra comprar doce, usar o shampoo do Batman
Ter medo de morrer cedo, fingir estar dormindo
Ser o que eu gostaria de ser, acreditar que há jeito para tudo
Ser tão inocente, não me preocupar com a aparência
Me distrair facilmente, começar tudo de novo
Viver o que eu ainda não vivi, vestir qualquer roupa
Fugir da surra, esconder meus sentimentos
Encontrar respostas, esperar que dê tudo certo
Não entender o que eu fiz, não aceitar quem eu realmente sou
Rir de qualquer coisa, achar que tenho a razão
Pedir perdão, comer de boca aberta
Falar sem pensar, dormir de uniforme
Dizer adeus, matar a saudade.

4 comentários:

Soli Dei Gloria disse...

Ah! Conheço um jeito de curar essa saudade...
Quando estamos com as pessoinhas que ainda vivem neste tempo.
Quando abraçamos e incentivamos sonhos dos pequenos, participamos também e retornamos alguns anos.
Muito legal o quadro de imagens.
Deus abençoe

Tábitah Carvalho disse...

Belo texto, Rael!
Saudade mesmo disso tudo... quase chorei! rs
Bjos proceis!

Rodrigo disse...

Eeee nostalgia..
mto bom!

Mas eu ainda converso até de madruga.
:P

haha

Priscila Napoli disse...

Puxa! Lindo!!!
Que saudade de todas essas saudades...
Beijão